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À terceira foi de vez... Simão Medeiros Campeão dos Açores

Simão Medeiros, 23 anos, formado nas Escolas do Clube de Ténis de São Miguel, sagrou-se, finalmente, depois de duas finais perdidas (2001 e 2004), Campeão Regional de Absolutos. O título maior do ténis açoriano ficou decidido depois de mais um duelo frente ao Bejense Carlos Ferra, há dois anos radicado nos Açores, e proporcionou ao tenista de São Miguel a entrada numa restrita Galeria de Campeões que nos últimos vinte anos, e muito devido ao recorde de títulos de Nuno Mota (na década de noventa venceu dez consecutivos!), só admitiu seis nomes. Simão Medeiros é o sétimo e é caso para dizer que, por tudo o que tem trabalhado ao longo da sua carreira, este era um título que se impunha e havia de chegarmais cedo ou mais tarde! Ferra em dia não Num dia que para Simão foi de festa, Carlos Ferra esteve muito aquém do seu real valor. Desde o início se notou que o tenista natural de Beja não estava nos seus dias, cometendo vários erros que não são seu apanágio e denotando uma desconcentração que se reflectia na insegurança com que batia na bola. Quem se aproveitou disso foi Simão Medeiros que, apercebendo-se do mau dia do adversário, pautou pela regularidade das suas pancadas, não cometendo erros nem arriscando em demasia, pois, na realidade, não era preciso: Ferra encarregava-se de falhar. Para complicar ainda mais a vida do Bejense, Simão mostrava-se compenetradíssimo no seu único objectivo: ganhar e passar a ser o detentor do título maior do ténis Açoriano. Em jeito de conclusão, se é verdade que se tivesse estado ao seu nível Ferra poderia ter dado uma réplica mais consentânea com o seu valor, não é menos verdade que Simão esteve muito forte, sobretudo no plano mental, onde ao longo da sua carreira foi tantas vezes acusado, pelos seus detractores, de falhar nos grandes momentos. Desta vez não falhou e pelos parciais de 6/2;6/0 levantou um troféu que terá, com toda a certeza, um lugar de destaque entre todos os que já ganhou! Bruno Carvalho de volta ao topo Se é verdade que já houve anos em que a presença dos melhores jogadores açorianos foi muito mais maciça, não deixa de ser verdade que este ano o nível médio da prova foi um dos melhores de sempre. À partida, e olhando para a lista de inscritos, Simão Medeiros, Carlos Ferra e Rafael Ferreira eram os únicos a quem se podia apontar um favoritismo real, dado serem todos membros da Selecção Regional e estarem, de facto, num patamar superior, como se viria a confirmar, tendo todos marcado presença nas meias-finais. A grande dúvida era saber quem se juntaria a eles na fase decisiva. Jogadas as primeiras rondas começou a perceber-se que Bruno Carvalho, um dos grandes executantes do nosso ténis que, em meados da década de noventa se perfilava, juntamente com Paulo Couto, como a maior promessa do ténis açoriano, estava novamente com a garra e crer que sempre o caracterizaram. E nem uma tendinite que o acompanha há vários meses fez com que rendesse guarda num dos jogos mais aguardados dos quartos-de-final frente a um dos nomes sonantes da nova geração: Frederico Páscoa, um sub-16 dos melhores que por cá temos. Em três sets Carvalho desfez as dúvidas e provou que, com um pouco mais de treino, voltaria a discutir títulos, algo que, de momento, é incomportável, uma vez que a sua vida profissional não o permite dispensar mais umas horinhas para se dedicar às raquetes. Ainda assim, a sua chegada às meias-finais é uma das notas de maior destaque de 2008, ainda que nessa fase tenha sido claramente batido pelo futuro Campeãomas a verdade é que o seu Campeonato já estava ganho! A montra do ténis Regional Num ano em que se assistiu a vários regressos, outro nome esteve em destaque: José Martins, do Clube de Ténis da Ilha Terceira. O jogador que no início da década de noventa era, a par de Bruno Caiado, um dos únicos capazes de fazer frente ao domínio dos tenistas de São Miguel, regressou depois de uma ausência de quase dez anos e logo para disputar, frente a Pedro Araújo, um verdadeiro clássico: frente-a-frente dois jogadores com história no ténis açoriano e que nunca antes se haviam defrontado. Martins levou a melhor depois de Araújo ter estado bem perto da vitória e, não satisfeito com isso, voltou a vencer na ronda seguinte, caindo apenas nos quartos-de-final frente a Rafael Ferreira, num encontro onde estoirou fisicamente. Eduardo Pedroso, outro nome que começa a tornar-se frequente nas fases mais adiantadas dos Torneios, fez também o que lhe competia, marcando presença nos quartos-de-final, depois de prolongada ausência por motivo de lesão. A completar o lote dos oito magníficos, João Ferreira que, sem qualquer oposição, avançou no Quadro até ser eliminado por Simão Campeão. Quinta, 15 Maio, 2008

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