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Nuno Mota de volta às Competições Regresso à Campeão

Há muito que se clamava pelo regresso de Nuno Mota aos courts. Com uma carreira ímpar a nível interno, da qual fazem parte dez títulos regionais absolutos e seis anos como único representante açoriano no ranking mundial, Mota está para o ténis açoriano como Pauleta está para o futebol! Abdicou da competição há cerca de oito anos, para se dedicar de corpo e alma ao ensino da modalidade, tendo já sido galardoado com o prémio de melhor treinador português, exerce, actualmente, pela segunda vez na sua carreira, o cargo de seleccionador nacional de sub-12, cargo de extrema importância, uma vez que é nessa idade que se começam a vislumbrar jovens talentos portugueses que poderão vir, um dia, a ser o futuro da modalidade, mas, acima de tudo, é o técnico que, diariamente, há quase vinte anos, dá a cara pelas centenas de jovens que frequentam as escolas do maior Clube de Ténis açoriano. Pelas suas mãos passaram todos os grandes nomes do ténis regional, uns ainda em actividade, outros que optaram pela via académica. Todos com a marca de Mota! Mas quem o conhece está sempre há espera de o ver em acção. Por nostalgia ou encantamento, ninguém esquece os jogos que fazia contra os profissionais que nos visitavam nos tempos do extinto Azores Open. Era muito talento e luta até ao fim. Talvez por isso fossem muitos os que esperavam pelo seu regresso às lides. Aproveitando o facto de estar a acompanhar alguns atletas do Clube de Ténis de São Miguel a Espinho, Nuno Mota decidiu deixar o saudosismo de lado e saltar para o campo, em busca de novas vitórias. Em singulares atingiu os quartos-de-final, sendo nessa fase traído pelo físico quando estava a escassos pontos de concretizar a passagem às meias-finais, vendo-se obrigado a desistir. Na variante de pares, ao lado de Agustin Pereira, concretizou aquilo que já se ansiava há muito tempo, desde que em 1994 Mota o tinha feito pela primeira e até agora única vez na história do nosso ténis: a vitória num Torneio de Séniores, fora dos Açores, provando que os grandes desportistas são como as grandes lendas: nunca morrem! Carlos Ferra atingiu as meias-finais Outra participação de destaque neste Open de Espinho, inserido na categoria c do Calendário da Federação Portuguesa de Ténis, foi a de Carlos Ferra, o bejense radicado desde este ano em Ponta Delgada. Ferra, caracterizado pela sua grande combatividade dentro do campo conseguiu ultrapassar bons adversários e atingir as meias-finais onde foi claramente batido por Francisco Maltez, pelos parciais de 6/3;6/0. Frederico Páscoa e João Ferreira foram os outros dois atletas micaelenses em prova, sendo que o primeiro ultrapassou uma ronda e o segundo foi batido logo na ronda inaugural não sem ates ter dado alguma réplica ao seu adversário. Quinta, 05 Abril, 2007

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