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Dezenas de jogadores em preparação para mais um Verão competitivo Tenistas micaelenses limam arestas

Está em contagem decrescente mais um Verão cheio de competições e nesse sentido os tenistas micaelenses começaram a intensificar, de há umas semanas a esta parte, a sua preparação técnica e física, visando a obtenção de bons resultados que lhes permitam prosseguir com êxito as suas carreiras desportivas. Desde sempre foi assim no ténis: chega o Verão e com ele os Torneios mais importantes, as competições internacionais, os Campeonatos Nacionais, individuais e por equipas. Os jogadores açorianos gostam disso. Gostam de calor, gostam de viajar, mas, sobretudo, gostam de grandes competições. Estão talhados para elas e para jogá-las ao mais alto nível sempre que a isso são chamados. O medo e a insegurança, algo que no início da década de 90 prejudicava os nossos atletas ao ponto de não os deixar jogar no máximo das suas capacidades, foi substituído por confiança e capacidade de tornear as adversidades mais óbvias, como o piso diferente e adversários muito mais rodados. Fruto dos anos que passaram, dos resultados que melhoraram e da experiência acumulada por parte dos vários técnicos que ao longo dos anos deram o seu contributo à Instituição, os tenistas açorianos perderam o medo e sabem que não podem hesitar quando chegar a hora de ganhar mais um jogo, mais um Torneio, mais um Campeonato, porque no passado houve já quem o conseguisse fazer. Desde 1993, altura em que Bruno Ávila se tornou no primeiro açoriano a vencer uma competição fora dos Açores, que a lista de tenistas galardoados, além-fronteiras, tem aumentado: dela fazem parte nomes tão conhecidos do nosso desporto como Nuno Mota (Vencedor do Torneio do Centro Nacional de Ginástica em 1994), Rita Araújo (Vencedora do Torneio de Alfragide em 1995), Helena Machado (Vencedora do Torneio do CIF em 1996), Nuno Medeiros (Vencedor do Torneio Rouxinol em 1997) e isto só para falar dos primeiros tempos em que o estigma foi definitivamente quebrado e os tenistas micaelenses deixaram o medo para trás e partiram em busca de Títulos, porque só eles interessam. Também nos Campeonatos Nacionais, provas que à partida reúnem os melhores dos melhores, as coisas mudaram: em 1994, quando Bruno Ávila atingiu, também pela primeira vez no nosso ténis, as meias-finais de um Campeonato Nacional, poucos poderiam imaginar que nos anos seguintes o ténis açoriano viveria alguns dos seus momentos de maior glória. Em 1996 a equipa de Infantis do CTSMiguel atinge pela primeira vez a final de um Campeonato Nacional e apenas uma semana mais tarde Bruno Ávila volta a jogar a final da mais importante competição portuguesa, desta feita em pares masculinos. Mas a maior prova de que, de facto, o ténis açoriano tinha entrado numa nova era, chegou pelas mãos de uma menina que durante muito tempo arrasou a concorrência interna e hoje é treinadora no Clube de Ténis de Alfragide, nos arredores de Lisboa: Helena Machado, filha do antigo Campeão Nacional de Lançamento do dardo Carlos Alberto Medeiros, atingiu a glória em 1999, quando, contra todas as previsões, conquistou a prova de singulares do Campeonato Nacional de Juniores. Foi a primeira e, até hoje, única atleta açoriana a consegui-lo. Estava definitivamente aberta uma nova era que, com a entrada no novo século, continuou a demonstrar todo o valor dos Açores no panorama tenístico nacional, destacando-se os títulos nacionais de pares de Rita Gouveia e a chegada à final de Cadetes de Vasco Martins, que, ao exemplo de Gouveia, tem este ano a sua última oportunidade para brilhar nas competições juvenis, uma vez que para o ano passa a Sénior. Quarta, 28 Junho, 2006

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